sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Terrible Twos

A cena é bem conhecida: aquele lindo bebezinho, tão calmo e meigo, de repente se transforma em uma criaturinha nervosa, irritada e capaz de se enfurecer ao ponto de se jogar no chão gritando e esperneando.

Parece familiar? Se você tem filhos entre 18 meses e 3 anos e meio, já deve ter assistido a esse show algumas vezes.

Por aqui, já foram duas vezes.....e só essa semana. Por sorte, todas dentro de casa. Fiquei chocada com a cena e me senti altamente impotente e frustrada por não saber como lidar com aquela situação. Minha solução foi deixá-lo chorar só cuidando pra que não se machucasse.

Depois que acalmou (levou 10 minutos da primeira vez e 3 minutos pra se acalmar da segunda vez), me mantive séria e falei com firmeza que aquilo era muito feio. Nessa idade, nem adianta se esforçar com grandes sermões, mas também não poderia deixar aquilo passar em branco.

Mas o que será que é isso? Estamos fazendo algo de errado? NÃO! Acreditem se quiser, essa é uma fase comprovada pelos Pediatras e conhecida como Terrible Twos ou Os Terríveis Dois. Esse nome se dá pelo fato dessa crise durar por 2 anos (de 1 ano e maio a 3 anos e meio) - UI!!!!

E o que nos resta fazer? Ensinar a criança que aquele tipo de reação é errada. Que a frustração existe, faz parte da vida.  Mostrar que reagir daquele jeito não levar a nada, ou seja: jamais ceder ao que a criança quer naquele momento de birra.

Como diz o Pediatra do meu baby, "show precisa de platéia", portanto, certifique-se de que a criança está segura e deixe que chore e esperneie. Quando acalmar, é hora de conversar e explicar o por que daquilo ser errado - de acordo com a idade da criança, claro. Se conseguir, distraia a criança com outro estímulo, mas isso nem sempre dá certo.

E precisamos ter muuuuuuuuuuuuitas paciência!!! Quase que uma paciência budista!

Pra ajudar, segue texto que retirei do Baby Center com explicações bem claras sobre essa fase tão difícil:

Os primeiros sinais são: a criança insiste em fazer exatamente o que você acabou de dizer que não, ou se joga no chão quando fica muito irritada. A busca pela independência é tanta que às vezes a criança faz escândalo por uma coisa que nem quer de verdade, só para ver se tem o poder de consegui-la. 

Por mais bizarra que seja a situação, é difícil manter a cabeça fria na hora da gritaria. Um bom caminho é ficar por perto do seu filho, deixá-lo chorar e extravasar a raiva, que logo vai passar. Outros preferem distrair a criança com alguma outra coisa. 

Se você estiver num lugar público ou na casa de alguém, leve a criança para algum lugar mais isolado, até que ela se acalme. Guarde o castigo para daqui a alguns meses, quando ela já entender melhor como seguir regras. 

Cuidado com saídas à noite, ou no fim da tarde, perto da hora de dormir. Crianças cansadas são ótimas candidatas a um ataque de birra. Se for sair, procure levar o carrinho e uma comida de emergência para não deixar seu filho muito cansado ou com sono. Pelo menos você diminui um pouco o risco de um escândalo. 


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Receitinha

Ontem teve:

- filé de alabote ao molho de tomate
- purê de batata-doce
- feijão preto
- repolho roxo

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

As mães de hoje sabem se divertir?

Não digo se divertir longe de casa não, naqueles momentos pra curtir o maridão ou numa saidinha com as amigas pra matar as saudades. Digo no dia a dia mesmo.....na vida de mãe!

Essa pergunta vem à minha mente quase todos os dias, pois é praticamente impossível não ver a mesma situação todos os dias, com mães diferentes.....em cidades diferentes......com idades diferentes......com 1 filho.......com 2 filhos........com muitos filhos.......

É tanto stress, tanta cobrança, que as mães estão basicamente se esquecendo de que, ser mãe, também é (ou deveria ser) divertido.

Sim, nós temos uma imensa responsabilidade nos ombros: a de criar um filho e transformá-lo em uma pessoa decente, honesta, esforçada, ética e responsável. Mas peraí, gente!! Isso não significa ficar 100% do tempo cheia de neuras, sem relaxar nenhum segundo sequer!

A criança está ali, na frente da mãe, e ela fica pesquisando enlouquecidamente na internet sobre os métodos de criação, sobre como fazer o filho dormir mais, sobre como alimentar a criança, sobre como falar e se relacionar com o filho! Estuda, estuda, estuda!! E a criança? Ela está ali na frente da mãe, cheia de informações que só a convivência direta vai dar. Pesquisar, ler, procurar.....tudo isso é bom, mas nada substitui o olho no olho, o toque de pele com pele.

A criança não pode nem passar perto de um docinho. Só pode comer frutas frescas, orgânicas, praticamente tiradas na hora do pé. Legumes e vegetais? Só vão para o prato depois de um criterioso processo seletivo, afinal, é preciso calcular exatamente a quantidade de vitamina A, B, C............, V, X e z que estarão no prato naquele dia. Carne vermelha? Só 2x na semana.....e se a criança não gosta de carne branca? Stress total na hora da refeição, afinal, não se pode mudar o plano.

Os dentes estão nascendo e a criança parou de aceitar comida sólida?! Nossa!! É o fim do mundo, afinal, já estava tudo pronto, Deus me livre de ter que mudar o almoço para, por exemplo, a papinha amassada com o garfo.

A criança não toma água.....mas não tem outro jeito! Vai ter que aprender, pois não pode tomar suco ou chá! Só a água hidrata de verdade!

A Mãe não conseguiu amamentar! Então bora lá se unir para apedrejar essa desnaturada, que não tentou se esforçar nadinha pra ser mãe de verdade. Ou então, vamos nos unir contra aquela mãe que ousou reclamar um pouquinho do fato de ter acordado trocentas vezes de madrugada.

Olha! É cada absurdo que fico chocada!

Atualmente, participo de apenas 2 grupos de maternidade no Face. Todos os dias sinto vontade de sair de ambos, mas prefiro ficar, pois os temas me ajudam muito aqui no Drops. Mas para me preservar, passei a ler só as dúvidas das mães. Não me preocupo mais com as respostas. É tanta condenação, tanto julgamento, tanto dedo na cara que simplesmente não dá.

Mas o pior é que não adianta sair dos grupos.....esse stress está aqui, ao nosso redor, cara a cara mesmo, dia após dia. Não se pode mais jogar conversa fora sobre filhos, fazer uma brincadeira, comentar que deixou a avó dar um pedacinho de chocolate para a criança, dizer que, na pressa, apelou para a papinha Nestlé (e sem peso na consciência). Tudo gera uma enoooooorme discussão sobre saúde bucal, obesidade, glúten, lactose e blá, blá, blá!

Pelo amooooor!!! Vamos relaxar, gente!! Vamos curtir a melhor fase dos nossos filhos com leveza de coração e de alma! Vamos errar e rir dos nossos erros! Vamos aprender com nossos erros! E vamos, POR FAVOR, deixar nossos filhos serem crianças! Eles precisam de liberdade, flexibilidade e leveza pra viverem bem a melhor fase da vida.

É preciso ter disciplina? Claro que é!
É preciso ter limites? Claro que é!
É preciso ter cuidado? Claro que é!
É preciso ensinar a comer direitinho? Claro que é!

Mas é preciso também:

Se sujar
Brincar
Perceber que dá pra comer de tudo nessa vida, desde que com equilíbrio
Curtir cada etapa da infância sem as neuras dos adultos

E, acima de tudo, é preciso ensinar as crianças a serem adultos do bem, leves, flexíveis e que a vida é muito mais fácil quando aprendemos a não fazer tempestade em um copo d'água.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Livre demanda?

E hoje é dia de responder a mais dúvidas das leitoras. Muitas mamães de recém-nascidos e gravidinhas me enviam emails (dropsdemae@gmail.com) perguntando se fiz Livre Demanda (LD) com meu bebê e o que acho dela. Virou post:

Nunca fui a favor da LD por achar que a mãe fica muito presa e a criança, por sua vez, passa a entender que todo desconforto será satisfeito com o peito (como já comentei em outros posts, tenho muitas conhecidas nos grupos de maternidade do Facebook que estão com sérios problemas, uma vez que os bebês fazem o peito de chupeta o dia todo).

O bebê, principalmente o recém-nascido, gosta e precisa de colo. Mas isso não quer dizer que ele precise estar o tempo todo no peito da mãe (por isso que sou a favor da chupeta).

Portanto, desde que engravidei, tinha certeza de que faria o método dos horários controlados com meu baby (mamar de 3h em 3h). Para a minha agradável surpresa, não precisei me esforçar quanto a isso, pois ele era um reloginho. Acordava de 2h30 em 2h30 pra mamar....e assim foi até os 6 meses, quando passamos para a fase da Introdução Alimentar.

Por que aprovo esse método? Porque organiza a rotina de toda a família e do bebê. Tirando aquela loucura que são os primeiros 30 dias, a rotina vai se adequando com mais facilidade e a mãe consegue ter tempo para o bebê, para a casa, para um banho, para dormir.

Outras vantagens:

- O processo de desmame foi bem fácil por aqui, já que ele não tinha o costume de ficar o dia todo no meu peito.
- Ele não teve cólicas (já fiz um post sobre o chá de hortelã, mas li muito a respeito do fato que bebês que mamam em LD são mais propensos a terem cólicas por, muitas vezes, mamarem com o estômago ainda bem cheio).
- Como sabia o horário da próxima mamada, conseguia descansar, comer, tomar um banho mais demorado ou simplesmente sentar para ver um filme com o maridão enquanto o baby dormia.
- A Introdução Alimentar foi mais tranquila e organizada, já que ele sempre teve os horários das refeições bem definidos.
- Cuidar das dores e fissuras do início da amamentação era mais fácil, já que tinha um intervalo definido entre as mamadas pra tomar sol nos seios e usar a pomada cicatrizante que me ajudou.

* De forma alguma condeno quem é adepta da LD. Cada mãe sabe o que funciona melhor para a sua rotina e a da família. Esse post é apenas a minha opinião e minha vivência, que foi o que foi solicitado pelas leitoras, ok?

Receitinha

E a semana começou com:

- purê de mandioca
- lentilha
- saladinha de alface lisa
- contra filé com tomate e cebola bem picadinho (continua sendo um grande desafio fazer o pequeno aceitar carne mais consistente)

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Como foi o desmame por aqui

E hoje é dia de responder a mais uma dúvida das mamães aqui do Drops. Recebi muitos emails (dropsdemae@gmail.com) me perguntando como foi o desmame aqui em casa, quais foram os sinais que meu baby deu, como me senti, etc. Virou post!

O desmame foi bem tranquilo! Sem pressão de tempo, sem stress e naturalmente. Graças a Deus!

Vamos por partes:

Aos 6 meses, quando meu baby passou a comer frutinhas, já diminuímos duas mamadas (a do meio da manhã e a do meio da tarde - horários em que ele comia as frutas).

Aos 7 meses, foi hora de introduzir as papinhas salgadas. A partir daí, ele passou a mamar apenas ao acordar e para dormir, ficando assim:

- ao acordar: peito
- no meio da manhã: fruta
- almoço: papinha salgada
- no meio da tarde: fruta
- jantar: papinha salgada
- na hora de dormir: peito

Claro que, vez ou outra, ele pedia pra mamar no meio do dia, mas era raríssimo. Quando não aceitava a fruta ou a papinha, eu esperava um tempo e dava o peito (esse intervalo foi uma dica da Pediatra que deu muito certo).

O sétimo mês do meu baby foi bem difícil, pois ele passou a acordar de hora em hora de madrugada pra mamar, coisa que não fazia antes - acordava apenas uma vez, sempre às 3h30. Sofri bastante, principalmente vendo que ele passava os dias irritado, sonolento e estava até com olheiras. Corri na Pediatra.

Como teste, ela indicou que oferecesse a mamadeira e visse a reação dele. Se dormisse bem, era sinal de que estava com fome. Se acordasse do mesmo jeito, teríamos de investigar o problema mais a fundo.

Quando chegou a noite, dei a mamadeira e ele dormiu a noite inteira, tadinho! Meu leite não sustentava mais meu baby durante tantas horas.

A partir daí, ele passou a mamar no peito somente de manhã, ao acordar (acordava as 6h, mamava meio dormindo, voltava para o berço e dormia até às 8h30/9h).

Até que, com 11 meses, um belo dia, fui até o quartinho dele como de costume para dar a mamada da manhã e ele simplesmente não aceitou! Chorou, me empurrava e ficou irritado. Dei a mamadeira.

Tentei o peito mais 3 dias, sem sucesso. E a partir de então, ele só mama na mamadeira.

Como foi um processo progressivo, não tive mastite nem sofri com dores no seio. O leite foi diminuindo e secando aos poucos. Muito tranquilo e sem traumas.

Confesso que senti uma pontinha de frustração quando ele não quis mais mamar, mas ao mesmo tempo, me senti feliz por ter conseguido amamentar por tanto tempo e por ter sido algo que ele quis, sem precisar forçar o desmame.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A arte de trocar fraldas...

...nos lugares mais estranhos!

Pois é! Se tem uma coisa na qual ficamos craques depois que nos tornamos mães e pais é a tal da troca de fraldas, né?

O que parecia impossível nos primeiros dias, se torna algo tão comum que nem achamos estranho tocar no assunto, por exemplo, em plena mesa do restaurante.

Só que, mais do que falar sobre isso, nos tornamos peritos em fazer a troca nos lugares mais estranhos.....precisou, é só trocar! E nessas horas, vale de tudo:

- porta-malas do carro
- colo de alguém
- banheiros
- chão
- mesa
- rede
- etc....

Até agora, o lugar mais inusitado pra mim foi no banheiro do avião (olhem a foto aí embaixo pra provar - rsrsrsrsrsrsrs). Tudo balançando, aquele aperto e eu lá, trocando o baby. Coloquei o trocador (daqueles que vêm junto com a bolsa) e fui em frente.....o baby não curtiu muito a experiência não (dá pra ver pela carinha dele, né?), mas foi até relax e rendeu boas risadas depois......e por aí? Onde foi o lugar mais estranho que vocês trocaram fraldas até hoje?

Receitinha

E ontem foi dia de:

- purê de mandioca
- feijão preto
- carne moída
- tomate
- brócolis

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Banho de ofurô

Se tem uma dica que sempre dou aos pais de recém nascidos é: o banho de ofurô funciona meeeeeesmo!!!!! É incrível como o bebê fica calminho e relaxado!

Algumas pessoas pregam que ele é bom apenas para acalmar cólicas, mas não é bem assim. Claro que, quando o bebê está com cólicas, é um ótimo remédio (a temperatura da água e a posição fetal ajudam a liberar os gazes e diminuir o desconforto), mas ele ajuda muito também no dia a dia da família.

Sabem aqueles momentos em que o bebê chora, chora, chora e não há nada que resolva? Pois o ofurô resolve! E não precisa investir nos modelos caros que vemos nas lojas não! Um balde já faz o trabalho muito bem (claro que só deve ser usado para o banho do bebê, né?).

Meu baby amava e tomou banho de ofurô até os 4 meses (depois disso, já não cabia mais no balde). Dormia ali, volta e meia estragava a água porque relaxava tanto que fazia cocô...rsrsrs, brincava! Curtia mesmo!

A água tem que estar bem quentinha (37 graus) e o bebê tem que ficar com, no máximo, os ombros de fora.

Ah...por que os bebês amam tanto? Porque lembra o ambiente do útero, quente e apertadinho. Antes de completar 1 mês, quando ainda é muito pequeno, o bebê pode ir para o ofurô embrulhadinho em uma manta macia ou toalha, pra que a sensação do útero seja mais forte ainda.

Pessoinha brincando no ofurô quando tinha 3 meses

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Chupeta: mocinha ou vilã?

E hoje vou responder a mais dúvidas de mamães e gravidinhas aqui do blog: recebo vários emails e recados me perguntando da chupeta. O que eu acho, como fiz meu baby "pegar", se atrapalhou a amamentação, etc. Então, achei bacana unir todas as perguntas em um único post pra facilitar a leitura de vocês:

Como você conseguiu fazer seu bebê aceitar a chupeta?
Foram 3 meses até ele realmente "pegar" a chupeta. Antes disso, ficava um tempo com ela na boca, mas logo ela caía ou ele mesmo empurrava com a língua quando dormia. Mas íamos lá e colocávamos a chupeta de novo na boquinha dele caso ele chorasse. Outra coisa que funcionou foi ir trocando de marca até perceber a que melhor se adaptou a ele. No meu caso, foi a MAM.

A chupeta atrapalha mesmo a amamentação?
Não posso falar pelas outras mães, mas pelo menos no meu caso, não atrapalhou em nada. Ele mamou super bem até os 11 meses e desmamou porque quis e quando quis.

Como é o esquema na sua casa? Ele usa a chupeta quando quer ou em horários controlados?
Quando os dentes estão incomodando demais, a chupeta ajuda a aliviar, então, deixamos ele mais tempo com ela na boca, mas normalmente, o que fazemos é o seguinte: chupeta é sinônimo de soninho. Só usa pra dormir mesmo! Como conseguimos isso? Criamos uma brincadeira que ele acabou curtindo bastante: deixamos um ursinho de pelúcia no berço dele. Desses pequenininhos mesmo e dizemos que o ursinho é quem cuida da "pepeta" pra ele. Quando sai do berço, digo: e quem vai cuidar da sua pepeta agora? E ele já vai entregando a chupeta para o ursinho. Funcionou super bem por aqui!

Qual é o melhor modelo e marca?
Acho que não existe isso. O melhor modelo e a melhor marca é aquele que o baby aceita. Por isso, vale a pena ir trocando e se adaptando até encontrar a melhor para seus pequenos. Aqui em casa, a que foi melhor aceita foi a MAM Perfect.

Quando você percebeu que seu baby precisava de chupeta?
Na verdade, sempre fui a favor, pois tenho amigas que sofreram muito pra fazer as crianças pararem de chupar o dedo e, também, pra cortar o vício dos pequenos em ficar no peito o dia todo. Então, um dos primeiros itens do enxoval que comprei foi a chupeta. Na maternidade, percebi que ele ficava com o dedinho na boca sempre. Ali mesmo, já começamos a oferecer a chupeta.

Afinal, qual é a grande vantagem da chupeta?
Costumo dizer que ela traz paz e tranquilidade para o bebê, mas principalmente, para os pais (mais ainda para a mãe). Os bebê nascem com a necessidade física de chupar. Eles precisam disso praticamente o dia inteiro. Sem a chupeta, a única opção deles é o seio da mãe. Até aí, tudo bem. O problema é que, com o tempo, a criança cria uma dependência imensa do peito e isso acaba prejudicando a mãe, que passa a não dormir mais direito a noite ou que não consegue realizar tarefas simples durante o dia porque precisa estar ali para suprir essa dependência. Conheci muitas mães nos grupos do Facebook que simplesmente não dormiam mais, não conseguiam comer, porque os bebês não as deixavam sair de perto ou, no caso da noite, se mexerem na cama.

E os problemas com a dentição?
A chupeta só provoca problemas se for usada por mais do que 3 anos.

Li que o uso da chupeta atrasa o processo da fala. Como foi com você?
Pode ser porque meu baby só usa na hora de dormir, mas por aqui não tive problemas com isso não. Pelo contrário. Meu baby fala pelos cotovelos há muitos meses.

Quais os cuidados que você toma com a chupeta?
Faço a esterilização a cada 3 ou 4 dias (a chupeta da MAM já vem em uma caixinha que faz a esterilização depois...bem prática) e fico sempre atenta às condições da chupeta pra ver se não está rasgada, por exemplo.

Receitinha

Ontem foi essa "gororóba" que fez sucesso por aqui. Tentei servir tudo separadinho, mas não teve acordo....rsrs...

- purê de mandioca
- cenoura amassada
- feijão preto
- frango (pra conseguir fazer ele comer frango, cortei beeeeem pequeno e ainda desfiei alguns pedaços)

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Receitinha

Sexta rolou:

- quinoa com lentilha
- purê de batata
- creme de brócolis
- carne moída



sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O primeiro trimestre do bebê

Quem já passou por ele, sabe bem como é difícil...quem está grávida, vai entender logo, logo. O fato é que os primeiros 90 dias da vida de um bebê não são nada fáceis - nem pra ele, nem para a família. Há mais ou menos 1 ano, fiz esse post em um Portal para o qual eu escrevia e as leitoras gostaram muito (talvez, justamente por se identificarem tanto). Achei bacana postar aqui no blog também:

Desde que engravidamos e começamos a nos interessar por tudo o que diz respeito à gravidez e ao bebê, passamos, também, a ser enganadas pelos meios de comunicação, já que – verdade seja dita – eles nos mostram uma vida de mãe pra lá de irreal, né? Tudo é calmo, funciona do jeitinho que a gente quer, exatamente como planejado.

Mas aí o bebê nasce e a mãe se vê em meio a um turbilhão de emoções: o corpo está inchado; a barriga continua lá mesmo sem o bebê (rsrs); por mais que acerte a pega na hora de amamentar, os seios ficam doloridos; o bebê chora muito e não interage em nada; aquele imenso amor de mãe não aparece de imediato; e por aí vai!

O normal nessa fase é sentir culpa....muita culpa!
“Mas gente!! Desejei tanto essa criança! Como posso estar me sentindo mal desse jeito”?!

Sabem por que sentimos tanta culpa? Porque as pessoas e a mídia não falam a verdade! É isso mesmo! Respire, querida! Não é só você que está se sentindo ou que se sentiu assim nos primeiros meses de vida do seu bebê.

A imensa verdade é que todas as mães se sentem assim um dia ou outro (ou todos os dias). Essa é a realidade, e não a exceção.

E teria como ser diferente? Tudo é novo. Sentimos uns dez tipos de medos diferentes por dia. Não sabemos nem pegar nosso bebê no colo direito, pois parece que eles vão quebrar. Agora, não tem mais pra quem devolver a criança quando ela começa a chorar, pois é VOCÊ que ela quer e precisa. 

Até o dia em que chegamos em casa com nosso presentinho nos braços, tínhamos contato com bebês apenas felizes e animados......se começassem a chorar, era só dar para a mãe ou para o pai que eles se acalmavam.

Às vezes chega a passar um arrependimento pela nossa cabeça nessa fase. Mas graças a Deus passa assim que sentimos o cheirinho deles quando estão no nosso colo. E é exatamente disso que se trata esse primeiro trimestre do bebê: um mix de sentimentos que nos dão a sensação de que vamos enlouquecer e, pior, de que somos péssimas mães.

Mas o fato é que não somos péssimas mães não. Somos mães normais. Pra lá de normais. E é justamente esse turbilhão de emoções que nos faz mães. É exatamente esse turbilhão de emoções que nos treina, que nos capacita. O problema é a sociedade fingir que ser mãe não muda nada. MUDA TUDO! E quando nosso bebê completa 3 meses e tudo começa a melhorar (acreditem...melhora muuuuuuito), percebemos que todas essas mudanças foram, na verdade, para a melhor e já não conseguimos mais imaginar nossa vida sem aquele pequeno presente que Deus nos enviou.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Curiosidade

Achei bem bacana essa lista feita pela revista Harper's Bazaar. São os nomes mais fashionistas do mundo. Inspirados nas maiores personalidades da moda, cinema, teatro e televisão. Boas sugestões para as gravidinhas ou pra quem está querendo aumentar a família. Pra conferir, é só clicar na imagem:

Receitinha

E ontem foi dia de:

- carne moída com tomate e couve-flor
- macarrão cabelo de anjo
- feijão preto


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A alimentação da gestante

Mais um pedido das gravidinhas aqui no Drops. Elas me escreveram perguntando sobre meu peso na gravidez. Quanto ganhei, como me cuidei, o que que comi, etc. Virou post:

Em primeiro lugar, o que posso dizer é que ter o acompanhamento de uma Nutricionista fez toda a diferença pra mim! Nos encontrávamos 1x por mês e ela me pesava, revia o número de calorias ingeridas e, principalmente, a qualidade dos alimentos.

Até entrar no sétimo mês de gestação, minha alimentação mudou muito pouco em relação ao que era antes da gravidez. O que mudou foi:

- passei a comer com no máximo 2h de intervalo (por causa dos enjoos, não podia ficar de estômago vazio).
- cortei as folhas e passei a comer só legumes cozidos (as folhas, principalmente as servidas em restaurantes, se não forem muuuuito bem lavadas, podem transmitir doenças e bactérias ao feto. Mesmo cuidando da limpeza em casa, preferi não arriscar e cortei de vez).
- doces eram permitidos, mas com muita moderação. No lugar dos 2 quadradinhos de chocolate que comia diariamente depois do almoço, passei a comer só 1. E a preferência sempre deveria ser pelo meio amargo.
- tive que maneirar no chá mate, por causa da cafeína. Tomava todos os dias antes de engravidar na versão gelada. Grávida, só podia tomar 1x por semana.
- o jantar aqui em casa sempre foi um lanchinho básico, mas durante a gravidez, fui orientada a jantar de verdade. Sempre um repeteco do almoço.

Quando completei 7 meses, mantive tudo o que foi relatado acima, mas com pequenas mudanças:

- as porções aumentaram sutilmente: no lugar de duas colheres de arroz integral, comia 3. No lugar de 1 colher de feijão/lentilha, comia 2.
- os doces foram cortados e só podia comer os que fossem Diet. Isso, porque tenho histórico de diabetes na família tanto por parte da mãe quanto por parte de pai. Confesso que essa foi a pior parte, pois é justamente no terceiro trimestre que sentimos mais compulsão por açúcar. Sofri pra caramba!

No mais, muuuuuuuuuuuuita água, suco e frutas sempre que fosse possível. Na rua, comia barrinha de cereais, maçã ou um sanduíche simples. Sempre tinha lanchinhos na bolsa pra manter o estômago forrado. Frutas secas também são uma boa opção, mas precisa cuidar pra que não sejam as versões com açúcar.

Ganhei 10kg na gravidez - e eles foram eliminados em apenas 20 dias, com alimentação e amamentando. É muito difícil segurar a boca durante a gravidez. Tudo nos chama a atenção e estamos constantemente com fome, mas o esforço valeu a pena! Me senti bem durante os 9 meses, sem inchaços, sem dores, sem indisposição, só os enjoos mesmo é que atrapalhavam, mas depois que aprendi a controlar os intervalos das refeições, eles melhoraram muito.

Além disso, fiz caminhadas diárias até os 7 meses. A partir daí, por causa do peso da barriga, passei a fazer hidroginástica (devia ter feito antes, pois achei o máximo!).

Resumindo, conselhos que dou às gravidinhas:

- façam acompanhamento com Nutricionista ou Nutrólogo
- pratiquem atividade física
- comam com qualidade a cada 2h

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Novo email

Mamães e papais do Drops, a partir de agora, quando quiserem entrar em contato comigo, podem enviar emails para o:

dropsdemae@gmail.com

Assim, fica mais fácil e rápido responder suas mensagens, né? E claro, as mensagens enviadas diretamente aqui no blog continuam normalmente.

Receitinha

Ontem foi corrido na hora do almoço e acabei esquecendo de tirar foto, mas tirei do jantar:

Peguei o pouco macarrão que sobrou do almoço (penne à bolognesa) e misturei com:

- macarrão cabelo de anjo
- mix de legumes
- creme de carne com batata que tinha congelado para emergências

O pequeno amou!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Já levou seu baby ao Oftalmo?

Ta aí uma coisa que nunca pensei que fosse importante tão cedo, mas conversando com uma grande amiga, tomei conhecimento: assim que o baby completa seu primeiro aninho, é bom levá-lo ao Oftalmologista para uma consulta de rotina. Nessa consulta, o médico verifica o histórico familiar e analisa os olhinhos detalhadamente.

Hoje levei meu pequeno. Foi mais do que tranquilo. O exame é super completo, com testes de visão, dilatação da pupila e outros que não consegui identificar....rsrsrs.....em 10 minutinhos tudo estava resolvido.

De acordo com a médica, a próxima consulta, só daqui há 1 ano e meio (claro, a não ser que ocorra algum problema até lá, como machucar os olhos, por exemplo).

Achei importante dividir aqui com vocês, já que a prevenção é sempre o melhor remédio, né? Portanto, quem já tem baby com mais de 1 aninho, verifique com o Pediatra a indicação de um Oftalmo infantil e marque a consulta....vale a pena!

Receitinhas

E sexta teve que rolar a "mistureba" de novo, mas pelo menos ele comeu super bem:

- feijão preto
- brócolis
- carne moída
- purê de batata

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O papai pediu ajuda

Semanas atrás, recebi o email de um papai aqui do Drops. No email, ele comentava que estava com medo de perder sua esposa depois que o primeiro filho do casal nasceu. Reclamava do fato da esposa estar sempre cansada e sem disposição. Não queria mais sair de casa, não demonstrava interesse sexual e estava sempre de cara fechada. Na época, o baby estava com 5 meses.

Fomos conversando e verificando todas as possibilidades (ele estava com medo da temida Depressão Pós-Parto). Até que um dia, ele escreveu algo que me chamou a atenção:

Não entendo como ela fica tão cansada o tempo inteiro. Diz que trabalha muito, mas ela deixou de trabalhar fora para ficar em casa só cuidando do bebê. Eu chego em casa do trabalho acabado e nem por isso vivo emburrado.

Nesse dia, perguntei a ele como funcionava o dia a dia da casa.....como eram dividas as tarefas entre o casal. E a resposta não me surpreendeu:

Ela faz todas as tarefas de casa e cuida do bebê. Quando eu chego a noite, fico brincando com ele para que ela faça o jantar.

No fim de nossa conversa naquele dia, o resumo foi chocante (inclusive pra ele):

A esposa:
- lava
- passa
- limpa
- cozinha
- cuida do bebê (amamenta, troca fraldas, dá banho, etc)

O marido:
- trabalha fora
- brinca com o bebê enquanto a esposa prepara o jantar (e é esse o único cuidado dele com o filho)

Quando terminei o resumo, ele se disse (usando suas próprias palavras) abobado. Nunca tinha se dado conta da carga de trabalho que estava sobre a esposa. Percebeu que, por trabalhar fora o dia todo, via a vida da esposa (que ficava em casa), como um mar de rosas. Sem stress, sem pressão, sem metas, sem grandes responsabilidades.

A partir dessa percepção, encontramos fácil a solução: ele passaria a ajudar em casa. Naquele dia, conversou com a esposa e fizeram - juntos - a divisão de tarefas. E agora - com a autorização dele, claro - copio parte de seu email aqui pra você lerem:

Agora tenho tarefas específicas durante a semana: lavo a louça do jantar, passo pano no chão e dou banho no bebê.
Aos finais de semana, ajudo com praticamente tudo: almoço, banho do bebê, troca de fraldas, estendo as roupas no varal e ganhei uma nova responsabilidade. Sou responsável pelos passeios da família. Passo a semana pesquisando programas que possamos fazer juntos e esse é nosso compromisso inadiável dos sábados a tarde.

Estou impressionado com as mudanças. Meu casamento voltou a ser como antes. Minha esposa está feliz, mais disposta e bem humorada. Meu filho parece até gostar mais de mim. Nosso vínculo aumentou bastante.

Por que pedi pra falar sobre este caso aqui no blog? Porque vejo muuuuuito esse tipo de comportamento nas famílias.

Assim como boa parte da sociedade acredita, alguns maridos também acham que deixar de trabalhar fora para cuidar da casa e do bebê significa "fazer nada". É puxado, pessoal! A mulher precisa de colaboração!

E o recado não é só para as que decidiram ficar em casa depois do nascimento dos filhos não. As mulheres que trabalham fora também sofrem - às vezes até mais - por terem de chegar em casa depois de um dia longo de trabalho e resolverem tudo sozinhas (limpeza, roupas, crianças, jantar). É preciso participação de todos. Mãe, pai e crianças (quando já tiverem idade, precisam ter pequenas responsabilidades dentro do lar). Assim, ninguém fica sobre-carregado e cansado além da conta. Com todo mundo envolvido e ajudando, sobra - inclusive - mais tempo pra se curtir, brincar com os filhos, namorar, ver um filminho depois que os pequenos vão dormir, ..............

Receitinha

Ontem foi dia de apresentar o pepino ao pequeno aqui em casa...odiou!! Mas tudo bem....o importante é provar coisas novas sempre que possível. Um dia eu tento de novo.

- purê de batata
- feijão preto
- carne moída com tomate
- saladinha de alface e pepino japonês

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Mitos X Verdades

Tudo o que envolve a maternidade é cercado de palpites e crenças populares. É só a gente anunciar a gravidez que eles começam. Comigo não foi diferente e resolvi dividir essas pérolas com vocês. Algumas foram incrivelmente acertadas pra mim.....já outras....

Gravidez

Grávida de menina passa muito mal
Mito: enquanto eu, grávida de menino, passei a gestação inteira com enjoos, amigas que estavam esperando meninas passaram pela gravidez sem nem sentir uma "aziazinha" sequer.

Gestação de menino provoca espinhas na mãe
Verdade: fiquei com a pele do rosto e das costas bem feia, principalmente no primeiro trimestre.

Toda grávida fica inchada e anda como patinha
Mito: ouvi muito isso durante a gravides, mas não inchei quase nada e minha postura ficou exatamente a mesma durante todo o processo.

Grávida sente um sono sem fim
Verdade: meu Deus!! Que sono era aquele? Parecia que se passasse o dia todo dormindo, ainda não seria suficiente!

Grávida não tem poder sobre a própria bexiga
Verdade: a partir do sexto mês, meu baby achava que brincar com a bexiga da mamãe era suuuper legal! Andar a pé passou a ser um desafio, pois a gravidade agia e o peso do bebê apertando a bexiga fazia com que eu quisesse ir ao banheiro a cada 10 minutos.

Grávida tem desejos doidos
Verdade: não tive muitos. Na verdade foi só um, durante o 7o mês. Nunca gostei de goma, mas num determinado dia, acordei já sonhando com um pacote de goma e não sosseguei enquanto não comi um inteiro. No dia seguinte, passei muuuuuuuuito mal!

Grávida tem sonhos estranhos
Verdade: era cada coisa!!!! Cheguei a sonhar com pessoas que não via há mais de 5 anos.

Grávida fica com mais vontade de namorar
Mito: pelo menos pra mim, não alterou em nada....e na reta final, só por Deus pra conseguir namorar com aquele barrigão no meio do caminho, né?

A gravidez é um turbilhão de emoções
Verdade: no mesmo minuto, a gente fica em estado de graça e passa para uma enorme tristeza.

O cabelo fica lindo durante a gravidez
Verdade: impressionante!!!!

Grávida precisa se mexer
Verdade: incrível como a atividade física faz bem. Claro que com o acompanhamento do seu médico, né?

Grávida tem que comer por dois
Mito: com o acompanhamento nutricional, a gente percebe que não existe essa máxima. O importante é se alimentar com qualidade.....não quantidade.

Grávida fica meio esquecida
Verdade: nossa cabeça nunca mais será a mesma....rsrsrsrs.....

O formato da barriga indica o sexo do bebê
Mito: minha barriga ficou bem redonda, mesmo estando grávida de menino.

Maternidade

O bebê já nasce sabendo mamar
Mito: pode até acontecer em alguns casos, mas comigo foi beeeeeem diferente!!

O bebê mama a toda hora, essa história de horário pra mamar não existe
Mito: ouvi muito isso, mas quando meu baby nasceu, foi exatamente o oposto. Ele mamava a cada 2h30...parecia um reloginho.

Criança é como videogame, cada fase é mais difícil
Mito: pode ser que, em alguns anos, concorde com isso, mas até o momento, as coisas vêm se facilitando com o passar do tempo. Achava muuuuuito mais complicada a vida com um bebê de 3-4 meses do que é agora com um bebê de 19 meses.

Todo bebê tem cólica nos primeiros meses de vida
Mito: meu baby passou ileso. Claro que segui a orientação familiar de tomar chá de hortelã depois de cada refeição. Pode ter sido isso ou não, mas a boa notícia é que não sabemos o que é ter um bebê com cólica em casa....graças a Deus!

Chupeta atrapalha a amamentação
Mito: no meu caso pelo menos, não atrapalhou em nada!

Depois de ter um filho, você nunca mais vai dormir uma noite inteira na vida
Mito: entre os 3 e os 11 meses do meu baby, já estava acreditando nisso, mas foi só tomar as medidas certas pra ensinar o pequeno a dormir pra nunca mais ter problemas com isso.

Você se sentirá plena assim que pegar seu bebê no colo pela primeira vez
Mito: comigo não funcionou não. O que senti foi uma imensa responsabilidade e preocupação por ter uma vida tão dependente de mim. O amor e a plenitude foram chegando com o tempo.....o amor, principalmente, aumenta a cada dia! É incrível!

Passa muito rápido
Verdade: o primeiro ano de vida de um bebê é algo impressionante!! 12 meses se transformam em 2. Simplesmente não vemos passar! Passa muito rápido meeeeeesmo!!

Você nunca mais será a mesma depois de ser mãe
Verdade: imeeeeensa verdade. Como ser a mesma depois de tamanha transformação, né?

O casamento nunca mais volta ao normal
Mito: claro que muda, mas esse sentido negativo que as pessoas tanto falam, não rolou aqui não. É difícil, existem momentos duros, mas se o casal realmente se empenhar, dá sim pra continuar se curtindo e sendo muito feliz.

Sua vida social vai acabar
Verdade: não dá pra negar que as prioridades mudam. O horário é outro, o ambiente precisa ter área infantil, a turma muda, etc.

Seus amigos vão te abandonar depois dos filhos
Mito: acho que isso é questão de fase da vida e idade. Como já tive meu baby perto dos 40 anos, não tive nenhuma mudança no círculo de amizades. Aliás, tive sim....o círculo aumentou.

Você será capaz de ficar horas e horas só olhando seu bebê
Verdade: verdade absoluta!! A gente perde a noção de tempo vendo eles dormindo, brincando, descobrindo o mundo.

Você só aprenderá a ser filha quando for mãe
Verdade: impressionante como nossa visão com relação aos pais muda da noite para o dia. Passamos a entendê-los e respeitá-los como nunca!

Você vai ter saudades da gravidez
Verdade: enquanto passamos por ela, não imaginamos como isso será possível com tanto enjoo, incômodos e mudanças, mas é só o bebê nascer pra gente valorizar cada segundo da delícia que era tê-lo ali dentro, protegido e seguro.

Receitinha

Ontem o pequeno comeu bem:

- purê de batata
- lentilhas
- filé de tilápia ao molho de tomate
- mix de legumes (brócolis, cenoura, ervilhas e vagem)


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Cinta pós-parto

Hoje vou responder a dúvida de uma gravidinha. Ela entrou em contato comigo por email (thaisbaggio@yahoo.com.br) perguntando qual cinta eu usei no pós parto e qual modelo eu recomendo. Então vamos lá:

Devido à praticidade (tanto na hora de colocar quanto no dia a dia - para ir ao banheiro, por exemplo, escolhi a cinta estilo espartilho, sem pernas. Ela segura bem, mas forma uma espécie de "pochete" logo abaixo do umbigo porque, como não chega até a virilha, comprime a barriga pra baixo quando a gente senta. Achei péssima no fim das contas. Não recomendo!


Daí resolvi aderir à cinta-calcinha....e foi ela que funcionou pra mim. Comprime bem a barriga e vai até o final, o que impede o problema que comentei acima. Claro que dá um pouco de trabalho na hora de ir ao banheiro, mas compensou. Usei o modelo bandagem, que não tem os colchetes. É um super elástico, que comprime meeeeesmo a barriga. Comprei uma preta e uma cor da pele. O único ponto negativo é que ela não tem aquela abertura pra ajudar na hora do banheiro, mas o conforto da modelagem e do tecido compensou esse probleminha.


Outro modelo que cheguei a provar, mas não escolhi por achar quente demais foi o com pernas. Esse é o mais indicado pelos médicos, mas realmente não consegui usar. Tive uma amostra do que é essa cinta quando fiz uma lipo nos culotes e achei quente demais! Também não gostava da marca que ela deixava em todas as roupas bem no meio da coxa.


Mais pra frente, quando meu baby já tinha mais de 6 meses, passei a usar uma regata com compressão que achei bem bacana. Uso até hoje quando estou com alguma peça transparente.


Agora, um modelo que definitivamente não indico é o calcinha de cintura alta, conhecida como faixa pós-parto. Ele marca a silhueta bem no meio da barriga. Fica muito estranho. Pra disfarçar uma barriguinha indesejada, tudo bem, mas a barriga pós-parto precisa de mais estrutura.


Resultado: infelizmente, o uso da cinta não fez minha barriga voltar ao normal. Eu usava mais pela sensação de conforto que dava mesmo. Como fiz cesárea, aquela impressão de coisas "soltas" do pós cirúrgico me incomodava bastante. Só que não culpo as cintas não. O fato é que, já com todos os kg da gestação eliminados, voltei a engordar durante um processo de muita ansiedade e isso agravou o fato de eu ter ficado com a barriga saliente.

O uso da cinta em si ajuda, mas não faz milagres. O que faz mesmo a diferença é se alimentar direito, fazer atividade física assim que for liberada pelo médico e manter a musculatura contraída sempre que possível pra ir "treinando" os músculos a voltarem para o lugar.

Só agora que estou com reeducação alimentar e atividade física é que estou começando a notar uma diminuição na barriguinha....espero que ela volte ao normal...

Receitinha

Ontem, o baby só quis saber de "mistureba". Mas pelo menos comeu bem....

- purê de batata
- carne moída
- feijão preto
- brócolis
- tomate-cereja

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Mamãe também precisa se cuidar

Tenho recebido muitos pedidos das mamães do blog pra falar aqui sobre os cuidados com a beleza depois do nascimentos do baby. Muitas comentam que se sentem cansadas demais pra malhar, que não conseguem mais passar aquele coquetel de cremes antes de dormir por estarem morrendo de sono o tempo todo ou por falta de motivação mesmo, já que é triste se olhar no espelho depois do parto (vamos combinar, né?).


A barriguinha, antes charmosa, agora está lá, mole e inchada. Os kg a mais vão sumindo com a amamentação, mas volta e meia ficam alguns pra trás. Algumas mulheres, têm de lidar com as estrias na barriga e quadril. O cabelo começa a cair, a gente fica usando aqueles sutiãs horríveis de amamentação, .... , e por aí vai!

Bom, na minha opinião, o mais importante é aceitar que as coisas mudaram. Vejo pelo emails e mensagens que recebo, que muitas mães têm bastante dificuldade em aceitar isso. Aceitar, por exemplo, que não dá mais pra passar horas e horas malhando na academia. Que não temos meeeeesmo a mesma disposição para os cremes. Que fazer uma máscara de hidratação nos cabelos que precise agir por 20 minutos pode ser um enorme desafio.


Quando aceitamos as mudanças, começamos a ver as novas possibilidades. Possibilidades que nos ajudam a encaixar os cuidados na rotina puxada e a conseguir brechas aqui e ali. Por exemplo:

- No lugar dos mil cremes antes de dormir, aposte em um único (mais poderoso) para o corpo todo. Pra mim, as melhores opções são os que podem ser aplicados no banho, como comentei nesse post. Super práticos, fazem a gente economizar um senhor tempo!

- Para os cabelos, vale o mesmo princípio. Hoje em dia, não é preciso mais ficar muito tempo com o produto agindo. Investir nas ampolas que fazem uma super hidratação em apenas 3 minutos é o que há de prático! O resultado é incrível e você hidrata os fios enquanto lava o corpo.

- Não dá mais pra passar horas e horas malhando, afinal, temos um baby pra cuidar, mas existem soluções! Se matricule em academias como a Curves, que possibilitam treinos de 30 minutos e resultados comprovados. Dedique 1h do seu dia a você e à sua atividade física preferida (vale caminhar, correr, malhar, dançar, etc). Se feita com intensidade, a malhação não precisa de mais do que isso pra fazer efeito.

- Mude o foco: acho importante mudar o foco para a nova realidade. Se antes você conseguia malhar 3 horas por dia e agora só consegue 30 minutos, fique feliz com essa possibilidade, e não frustrada porque nunca mais conseguirá aquele ritmo. Aceitar a mudança de rotina faz tudo ficar mais leve e, inclusive, faz os resultados aparecerem mais rápido. Quando lamentamos e desanimamos, não temos disposição ou motivação pra encarar esse tempinho de atividade com foco e força.

- Tenha tempo pra você: passar 1 hora no salão 1 vez por semana não é nada demais, mamães. Não se culpem. É bom ter um tempo só nosso, pra fazer as unhas, cuidar do cabelo, fazer uma massagem, manter a depilação em dia, enfim.......você aproveita pra descansar a cabeça e o papai aproveita pra ganhar tempo de qualidade com o pequeno em casa.

- Pense na sua saúde: quando você se cuida, tudo fica mais leve. Você fica mais feliz e mais disposta e toda a família ganha com isso. Malhar, mesmo que apenas 30 minutos por dia, vai te dar a agilidade e o ânimo que você precisa pra deitar e rolar nas brincadeiras com os pequenos, afinal, tem que participar, né? Deitar no chão, jogar os baixinhos lá pra cima, correr, ......

- Dê tempo ao tempo: nos primeiros meses pós nascimento, é difícil mesmo voltar a se cuidar. Calma!! Não se cobre tanto. Aproveite esse tempo pra mergulhar no mundo do seu pequeno, pra ficar com ele, pra dormir sempre que conseguir, pra amamentar, enfim, pra ser mãe. Conforme a rotina vai se acomodando, você se sentirá mais disposta e passará a ter horários mais certos pra ir encaixando as atividades no dia a dia progressivamente.

- Alimente-se bem: não só pela saúde do pequeno, que praticamente come o que a mãe come durante a amamentação, mas pela sua saúde também. Pelo que tenho visto, alimentação é tão importante quanto os exercícios pra ganhar um corpo bacana e emagrecer. Está sem tempo pra malhar (ou sem disposição)? Coma bem. Capriche nas frutas, tenha cuidado com os carboidratos e doces e se hidrate o dia todo.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Receitinha

Sexta teve:

- purê de mandioquinha salsa
- arroz integral
- feijão
- carne moída
- tomate
- rúcula