sexta-feira, 10 de junho de 2016

Quando a mãe volta ao mercado de trabalho

Acho que todas as mães se identificarão com esse vídeo...uma grande pena as empresas não valorizarem o que nós aprendemos com a maternidade, né? Sinceramente, acho que não existe faculdade, curso, especialização ou MBA que proporcione tantas habilidades.


quinta-feira, 9 de junho de 2016

Autismo regressivo

Vocês sabiam que ele existe? Encontrei esse texto fantástico no Lagarta Vira Pupa e precisava compartilhar com vocês:

O que leva uma criança que, aparentemente está em desenvolvimento normal, passar a apresentar sintomas de autismo? Como perceber esses sintomas? 

Para ler o texto completo, cliquem no link acima ou na foto abaixo:



quarta-feira, 8 de junho de 2016

Repost: Bebê sonolento X Amamentação

E quarta-feira é dia de Repost....escolhi esse tema hoje, porque ele continua sendo uma das principais dúvidas que os vocês me enviam.

Post de 05/03/2015

Muitas mamães de recém nascidos me escrevem comentando que têm muita dificuldade pra amamentar, pois os pequenos só querem dormir. Achei bacana transformar esse tema em post, pois é algo muito comum nessa fase inicial.

Os bebês realmente sentem muuuuuito sono!! Dormem praticamente o dia todo, mas precisam se alimentar, né? Então, cabe aos pais apelarem para alguns truques (pelo menos 1 deles vai dar certo com seu baby). Eles valem tanto para acordar o bebê na hora da mamada quanto para despertá-lo quando pega no sono mamando.

- Algodão molhado: molhe uma bolinha de algodão na água (em temperatura ambiente - nem gelada, nem morna) e passe no rosto do bebê, principalmente testa, bochechas e nuca.

- Tire a roupinha do baby: vá aos poucos, começando pelas meias, se não funcionar, tire as luvinhas (caso use). Não adiantou? Tire a calça.....e assim vá indo mesmo que seja preciso deixar o pequeno só de fralda (no inverno, cubra-o com uma manta, ok?).

- Faça cócegas: suavemente, faça cócegas nos pés do bebê. Também vale cintura, pescoço e axilas.

- Respire fundo: muitas vezes, basta o movimento do seu tronco para acordar a criança e fazê-la voltar a sugar.

- Leve pressão: faça movimentos do queixo ao pescoço do bebê, com uma leve pressão.

- Troque o lado da mamada: a movimentação para mudar de peito acorda o baby. Neste item, vale também mudar a posição da mamada: a "cavalinho" é muito boa, com o bebê sentado.

- Troque a fralda: aproveite o momento pra trocar a fralda, já que, ao ficar sem roupas, o baby acaba despertando (não indico essa tática para as mamadas da madrugada).

- Faça a compressão da mama: apertando o seio, o leite irá sair e, automaticamente, o bebê começará a mamar de novo.

IMPORTANTE: se o bebê estiver constantemente com muuuuuita dificuldade pra acordar, sem reação motora quando vocês puxarem o bracinho, por exemplo, é bom falar com o Pediatra, pois isso pode ser sinal de hipoglicemia e precisa ser avaliado, ok?

Texto bem bacana sobre isso:

O QUE É HIPOGLICEMIA?

Hipoglicemia significa "pouco açúcar no sangue" (baixo nível de glicose no sangue). Quando um bebê fica hipoglicêmico, e o problema não é tratado, ele pode ter problemas de saúde -- assim como qualquer pessoa. Cada célula do corpo precisa de um suprimento de açúcar (a glicose) para funcionar. 

Recém-nascidos saudáveis fabricam glicose a partir do açúcar e dos nutrientes presentes no colostro, o líquido que os seios da mãe produzem antes do leite materno em si. Mais tarde, os bebês produzem glicose a partir do leite materno já maduro. 

Quando o nível de glicose no sangue fica abaixo do recomendável, o bebê pode ficar apático, molinho, com tremores nas extremidades, e corre o risco de ter convulsões. Se a glicose no sangue ficar baixa por muito tempo, podem ocorrer lesões cerebrais. 


POR QUE ALGUNS BEBÊS FICAM COM HIPOGLICEMIA?

A grande maioria dos bebês saudáveis, que tenham nascido depois de 37 semanas de gestação, não corre risco de ter hipoglicemia. Eles conseguem compensar com facilidade as quedas normais no nível de açúcar no sangue. Com a amamentação no sistema de livre demanda, ou seja, sempre que pedir, o bebê obtém todo o leite de que precisa para manter os níveis de glicose estáveis. 

Alguns bebês, no entanto, correm risco de ficar com hipoglicemia. São eles: 
  • Bebês prematuros e que nasceram com baixo peso para a idade gestacional. Pode ser que eles tenham baixos níveis de glicogênio no fígado (reserva necessária para fabricar a glicose). Como eles têm poucos depósitos de gordura no corpo, também ficam sem ter de onde tirar energia extra. Além disso, como são pequenos, podem ter dificuldade de mamar.
  • Bebês de mães diabéticas.
  • Bebês que tiveram dificuldade respiratória logo depois do parto.
  • Bebês que sofreram de hipotermia (baixa temperatura do corpo).

Os médicos costumam fazer exames para medir a glicose no sangue dos bebês que correm risco especial para a hipoglicemia. Exames de sangue analisados em laboratório são mais precisos que aqueles feitos com aparelhinhos instantâneos e uma gotinha de sangue. 


COMO A AMAMENTAÇÃO É AFETADA?

Na década de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) começou a ficar preocupada porque, na tentativa de corrigir a hipoglicemia, os médicos estavam desestimulando o aleitamento materno, já que a primeira providência para elevar o nível de açúcar no sangue de um recém-nascido hipoglicêmico era dar fórmula artificial de leite ou água com açúcar. Essas medidas realmente corrigem rápido a hipoglicemia, mas também têm desvatagens: 
  • se o bebê receber uma quantidade de fórmula muito grande, o estômago dele ficará distendido e ele "esperará" o mesmo volume quando mamar no peito, o que pode não acontecer, já que a fabricação de leite materno ainda está se estabelecendo.
  • se o bebê tomar muita fórmula, pode ficar sonolento e perder o interesse pelo seio por algum tempo.
  • a mãe pode ficar com a impressão errônea de que o leite dela não é o melhor alimento para o bebê.
  • se o bebê receber mamadeira antes de aprender a fazer a "pega" correta no seio, ele pode ter dificuldade para mamar no peito.
  • a amamentação exclusiva -- sem nenhum outro complemento -- é comprovadamente a melhor maneira de dar ao bebê proteção contra alergias e infecções.


QUAL É A ORIENTAÇÃO DE TRATAMENTO?

Atualmente, a posição da Organização Mundial da Saúde é que não se sabe exatamente qual é o nível "correto" de glicemia em um recém-nascido saudável, amamentado no peito. Por isso não há muito sentido em fazer exames, a não ser que apareça algum outro sintoma preocupante. Como essa diretriz é relativamente nova, é possível que muitos pediatras ainda prefiram tratar bebês que estejam com níveis baixos de açúcar no sangue. 

Fonte: BabyCenter

terça-feira, 7 de junho de 2016

Para a mãe no pós parto (puerpério)

Alguns conselhos que gostaria de dar para todas as mães que estão passando (ou estão para passar) pelo pós-parto:

- Você consegue!! Parece impossível, mas você consegue!!
- É difícil sim! Muuuito difícil! Não é só você que pensa assim!
- Você pode não sentir todo aquele amor incondicional de mãe por um tempo. Isso é normal e acontece muito mais do que as pessoas admitem.
- Você não sentirá aquela tão falada plenitude nos primeiros dias, mas não se sinta mal por isso.
- Deixe a vaidade de lado por um tempo. Tudo o que você não precisa agora é de neuras com relação ao corpo, à barriga, à melhor roupa ou ao cabelo sempre impecável. Tudo isso voltará, mas no seu devido tempo.
- A casa pode esperar: quando o cansaço for além (acredite...ele vai MUITO além!!!), deixe a casa bagunçada, a louça suja ou a roupa pra passar....descanse!
- Não se sinta obrigada a "fazer sala": se precisar se ausentar pra amamentar, tomar banho ou descansar enquanto o bebê dorme, faça isso.
- Peça ajuda: para o marido, para a família, para a visita.....não tenha vergonha, não queira ser a "super-mãe", não queira provar para o mundo que você é uma mulher "empoderada". Você PRECISA de ajuda...MUITA ajuda!
- Aceite seus erros e limitações: quando os filhos nascem, percebemos que eles são muitos!
- Se alimente bem: o apetite pode sumir, mas se force a comer (e com qualidade). Sua disposição agradece!
- Chore! Não tenha vergonha! A vontade vem do nada, sem motivo.
- Aceite e compartilhe seus sentimentos: muitas mães de culpam por não estarem morrendo de felicidade nesse período e se fecham. Fale com o marido, com a mãe, com a melhor amiga...não importa quem seja, o importante é que seja alguém em quem você confie, pois o baby blues e a depressão pó-parto são reais e precisam de atenção.
- Saia de casa: não precisa ser pra longe não. Vale o jardim ou a varanda de casa, a área de lazer do prédio, mas ficar uns 10 minutinhos respirando ar puro, sentindo o sol e o vento no rosto, faz um bem que você não imagina!
- A amamentação não é fácil como as pessoas e as campanhas querem nos fazer acreditar, por isso, quando estiver enfrentando dificuldades, peça ajuda, busque um banco de leite ou um especialista em sua cidade ou na internet. Fale sobre isso com seu médico ou com o Pediatra do bebê.
- Parece, mas o bebê não vai quebrar...rsrsrs....aproveite a hora do banho pra tocar, acariciar, fazer massagem...esse contato acalma muito a criança.
- Não acredite em quem diz que a casa precisa de silêncio absoluto quando tem um bebê. O útero é extremamente barulhento e o silêncio, ao invés de acalmar, amedronta ainda mais os pequenos. Quando o bebê estiver muito nervoso, apele para sons estáticos como ventilador, ar condicionado, secador de cabelo, liquidificador, rádio fora de sintonia, etc.
- Use a técnica do rolinho. Eles estavam em um ambiente apertado e se sentem mais confortáveis assim.
- Acredite em você: os palpites são inevitáveis, mas só você conhece seu filho de verdade. Exemplo: estão falando que você precisa dormir com a criança na mesma cama, mas você não se sente bem com isso? Ouça o conselho, acalme o coração e, na hora de dormir, coloque ele no bercinho.
- Fique com seu bebê no colo sempre que possível: não acredite que ele ficará mal-acostumado. Ele precisa desse contato e você pode aproveitar o momento pra descansar.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

A infância deles passa rápido demais

Texto lindo de um dos meus perfis preferidos no Instagram. O @blogdamaemoderna. Ando pensando muito nisso ultimamente e tentando ao máximo estar com o lindão de corpo e alma quando estamos juntos. Sem distrações. Pra não perder nadinha e não me arrepender depois.

Quem nunca se pegou lavando louça, entretida com algo banal ou atarefada com a casa ou trabalho e falando para o filho: "Agora estou ocupada". "Agora não posso". "Vá brincar!" Quem não teve seu coração partido ao terminar a tarefa e ver o filho brincando sozinho, triste em seu canto? Precisamos entender que filhos crescem rápido demais e que temos que aproveitar sua infância.

Algumas pessoas falavam que depois da maternidade eu iria me arrepender de muita coisa. Que me arrependeria de não ter viajado para vários lugares do mundo, que me arrependeria por não ter estudado mais, me arrependeria de não ter curtido "direito" a vida.

E hoje eu vivo arrependida, mas não é de nada disso que disseram: eu estou arrependida pelas vezes que deixei meus filhos chamando diversas vezes "mamãe" antes de atende-los. Arrependida quando me chamam pra brincar e eu falei que estava ocupada ou cansada demais. Arrependida pelas vezes que falei "só um pouquinho" e fiquei horas no celular, na internet ou nas redes sociais

Eu estou arrependida pelas vezes que meus filhos pediram colo e eu disse "a mamãe pega já" e não peguei na hora. Tudo isso porque o dia foi cheio demais e eu queria dar conta de tudo, queria ser a tal "mulher empoderada", bem-sucedida, no controle de tudo

Eu lembro dos meus filhos ainda bebês, parece que foi ontem que nasceram e hoje os vejo já tão crescidos, cheios de atitude. Gela o coração perceber que estou perdendo o nosso tão curto tempo por bobagens, preocupando-me com outros afazeres

A casa sempre será a mesma, os amigos virtuais estarão lá cuidando de suas vidas, mas nosso tempo com nossos filhos, suas infâncias estarão passando como um cometa e não podemos perder isso. Não podemos mais perder tempo! Devemos fazer o que tiver que fazer depois que forem dormir. E quando nos perguntarem o que estamos fazendo da vida, vamos responder: "Vendo meus filhos crescerem!"

quinta-feira, 2 de junho de 2016

O valor que eu quero passar para o meu filho

Sexta é o dia de vídeo no blog, mas como amanhã é feriado municipal aqui (VIVAAAAA), adiantei pra hoje, porque esse vídeo é incrível demais pra esperar mais uma semana pra ser postado.....

Assistir a esse vídeo me vez perceber que é exatamente isso que eu quero passar para o lindão. Sem buscar recompensa, sem buscar "fama", sem precisar de aplausos.....apenas pelo bem da alma, do coração. Como Jesus nos ensina!


quarta-feira, 1 de junho de 2016

Repost: Por que tantos nãos?

Graças às recordações do Face, me deparei com esse post mega importante de um ano atrás:

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Dia desses, me peguei fazendo algo que sempre achei péssimo: dizendo não a toa para o lindão! Não estou dizendo que dar limites é errado...pelo contrário, sou mega a favor!! Mas já pararam pra pensar como a gente pode estar exagerando na dose?

Meu exemplo: na hora de dormir, sempre colocamos uma música de ninar pra ele ouvir enquanto mama. Isso, desde os 2 meses de idade. Dia desses, na hora do cochilo da tarde, coloquei ele no berço e ele me pediu: mamãe, música!

E qual foi a minha resposta? Não, lindão! Música, só a noite, pra mamar! Ele esboçou um choro, mas não chorou....mesmo assim, aquilo me cortou o coração e me fez mudar de ideia. Sentei ao lado do berço, peguei a mãozinha dele e coloquei uma música pra tocar. Ele ficou feliz da vida e pegou no sono rápido, antes mesmo do fim da faixa.

E eu fiquei lá pensando: por que é que a primeira resposta nossa é quase sempre o NÃO? Qual o problema de sair um pouco da rotina? De mudar os padrões? De ajustar as coisas?

Muitas vezes, dizemos NÃO apenas pra facilitar a nossa vida: pra manter a rotina, pra não sujar a casa ou a criança, pra não ter trabalho depois......mas será que o NÃO é mesmo sempre tão necessário?

Depois desse dia, percebi que ele é importante demais pra ser desperdiçado em momentos tão pequenos. Que mal tem em querer ouvir uma musiquinha gostosa antes do cochilo da tarde? Que mal tem em, por exemplo, querer comer com as mãos mesmo depois de aprender a comer com a colher? Que mal tem em ficar com sono mais cedo e ir para a cama 1h antes do normal? E por aí vai!!

Precisamos pensar melhor antes de darmos nossos preciosos NÃOS aos pequenos. Essa palavra é muito importante e precisa ser valorizada por eles como tal.....e tudo o que é desperdiçado, perde o valor.

Por isso, fica a dica (pra mim, inclusive): da próxima vez, deixem o NÃO para quando ele for realmente necessário e importante. Não vamos desperdiçá-lo! Vai precisar sair um pouco da rotina? Saia! Vai sujar a casa? Depois limpa! Vai sujar a criança? Banho resolve!

Vamos dizer NÃO para o que realmente precisa do NÃO. Para o que oferece risco, para o que é de extrema falta de educação, para o que ensinará a criança a ser uma pessoa melhor no futuro!

Frases como:

- só dessa vez
- está bem, vamos tentar
- vamos ver se funciona assim
- vamos experimentar

Podem fazer uma grande diferença na vida de vocês, tornando o relacionamento (e a maternidade e paternidade) bem mais leve! Dê um tempo ao NÃO e veja como isso valerá a pena!